Entenda o que são riscos empresariais e como gerenciá-los! Entenda o que são riscos empresariais e como gerenciá-los!
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Entenda o que são riscos empresariais e como gerenciá-los!

A economia mundial e local não são estáveis como seria desejável, e no Brasil, a crise econômica tem se estendido por longos anos. Isso não quer significar que não há chances de êxito nesse cenário, e sim que alguns cuidados precisam ser tomados por quem já está ou quer ingressar no mercado, como conhecer os diversos riscos empresariais.

A atividade empresarial, mesmo em cenários favoráveis, está repleta de riscos que são inerentes a ela. Mesmo que empreender tenha um forte “fator paixão”, romantizá-lo não é a melhor atitude, pois deve ser feito com racionalidade e estratégia, para que o negócio possa sobreviver por prazo indeterminado.

Quer saber o que são riscos empresariais e como gerenciá-los? Continue a sua leitura e veja qual é a melhor forma de prosperar mesmo em momentos de dificuldades e instabilidade. Confira!

O que são riscos empresariais

A mencionada crise econômica, bem como instabilidades locais, podem ser classificadas como riscos empresariais. Por sua vez, tais riscos são democráticos, no sentido de afetar todos os setores. O que os distingue são as formas de gerenciamento, que conferem vantagens a quem se utiliza desse expediente.

Mas essa ainda não é uma realidade na maioria das empresas, e grande parte das que gerenciam riscos, não o faz de maneira sistematizada e formal. Esse é um grande erro, que pode afetar tanto pela ausência quanto pela forma pouco profissional com que costuma ser realizado.

Planejar, organizar e direcionar a atuação de uma empresa sem conhecer os riscos empresariais é uma forma pouco eficiente de se administrar um negócio. O monitoramento constante é a palavra-chave para o gerenciamento de riscos, o que pode variar de acordo com o segmento no qual a firma estiver inserida.

A função do gerenciamento de riscos

O gerenciamento de riscos pode ser feito de forma ampla sobre toda uma corporação, ou então sobre departamentos, operações, eventos e situações específicas. O ideal é que toda atividade que tenha riscos intrínsecos possua o gerenciamento de seus riscos, com o objetivo de diminuir ou mesmo afastar por completo a concretização dos riscos vislumbrados.

As incertezas e instabilidades, que podem se traduzir em prejuízos ao negócio, são o alvo do gerenciamento de riscos. Isso significa que para que a atividade empresarial, conhecida por seus riscos, ofereça segurança ao empresário e eventuais investidores, o controle sobre os riscos é tarefa fundamental.

As etapas do gerenciamento de riscos passam pela identificação do risco, o que pode variar de acordo com o setor. Análise, para que se possa tangenciar o grau de probabilidade e consequências caso se verifique. Planejamento de respostas, que são as formas de enfrentamento do risco na prática, afinal, de nada adiantaria ter conhecimento e analisar os riscos sem que se possa traçar uma estratégia para mitigar seus efeitos sobre a empresa.

Por fim, é feito o monitoramento e controle dos riscos, a vigilância constante para que a empresa saiba o momento certo de colocar em ação sua resposta ao problema, o que deve ser feito de maneira sistemática para que a resposta seja tempestiva e consiga gerar o melhor resultado possível.

Risco fiscal

A legislação tributária é bastante complexa, e inclui diversos procedimentos burocráticos para que se esteja de acordo com as exigências do fisco, seja ele federal, estadual ou municipal. Todos os entes possuem competência para instituir e cobrar tributos, que incidem de acordo com o fato gerador da obrigação de pagar impostos, o que se relaciona com a atividade desenvolvida e o local em que é desempenhada.

Estar em dia com as obrigações tributárias previne a incidência de multas, bem como a inclusão da empresa na dívida ativa, que pode impedir a participação em licitações, por exemplo.

Risco financeiro

Riscos financeiros são aqueles que comprometem o fluxo de caixa da empresa, bem como o capital de giro. Esse é um dos principais riscos, pois pode impedir o cumprimento de obrigações com fornecedores, locadores e funcionários e, por consequência, impedir a continuidade do negócio.

Um dos causadores desse tipo de risco, além da má administração do negócio, é a inadimplência por parte dos clientes da empresa. Quando o serviço é prestado ou produtos fornecidos, e não são devidamente pagos, o empresário ainda assim terá que pagar por eles ou quem os executou.

Em um momento em que mais de 60 milhões de brasileiros estão com seus nomes inscritos nos serviços de proteção ao crédito, e igual realidade também é verificada nas empresas do país, evitar vendas a prazo e tomar outros cuidados antes de realizá-las é imprescindível.

A própria cobrança é onerosa para o credor, além da incerteza em receber, pois mesmo que haja condenação judicial do devedor, se ele não tiver dinheiro ou bens para adimplir, o credor ficará a ver navios.

Riscos operacionais

A gestão de fornecimento e prestação de serviços, de forma adequada, também está sujeita a riscos. De igual forma, lidar com dados do negócio de forma errônea, deixando-os vulneráveis, também é considerado um risco operacional.

Nesse caso, o maior perigo é a perda de informações importantes, que podem acarretar na repetição de procedimentos burocráticos ou retrabalho interno. Isso gera perda de eficiência, e compromete o cumprimento da missão e objetivos corporativos.

Riscos cibernéticos

A tecnologia gerou diversas facilidades para a atividade empresarial, mas também esconde diversos riscos. O primeiro está relacionado à operação da empresa, tratada no tópico anterior, como o comprometimento de arquivos e perdas de dados, o que pode ser evitado com a realização de backup de forma sistemática.

A invasão de sistemas, vazamento de informações sigilosas e estratégicas também é um dos riscos relacionados. E os efeitos podem ser de maior ou menor gravidade, de acordo com o tipo de dano causado e de sua importância. Um banco, por exemplo, que tem informações sobre seus clientes divulgadas por meio de um ataque cibernético terá sua credibilidade diluída em pouco tempo, o que pode ser irrecuperável.

Por isso, o mais recomendado é que seja feito o gerenciamento de riscos empresariais, formalmente e sobre todas as atividades e procedimentos que gerem riscos ao negócio. Se prevenir é melhor que remediar, como se diz popularmente, conhecer os riscos e monitorá-los, bem como oferecer a resposta adequada quando verificados, é uma arma a favor do empreendedor.

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