7 dicas para melhorar o fluxo de pagamento da sua empresa! 7 dicas para melhorar o fluxo de pagamento da sua empresa!
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7 dicas para melhorar o fluxo de pagamento da sua empresa!

A inadimplência é um cenário absolutamente indesejável, venha ela dos seus clientes ou seja ela relacionada à sua empresa e seus fornecedores e credores. A manutenção do equilíbrio do fluxo de pagamento é uma das maiores preocupações de um empreendedor, que preza pela saúde financeira do seu negócio.

É essa equação que determinará a continuidade do negócio em seu pleno funcionamento, com capital de giro suficiente para cumprir com as obrigações recorrentes e as extraordinárias, derivadas dos riscos aos quais toda empresa está exposta durante a sua existência no mercado ou mesmo para o aproveitamento de oportunidades que beneficiariam o empreendimento.

Quer saber quais são as principais dicas para manter o fluxo de pagamento em dia para se manter no mercado e ainda crescer? Continue a sua leitura e descubra o que fazer para colocá-las em prática. Confira!

1. Tenha um planejamento financeiro

Um dos maiores exterminadores de CNPJ’s é a ausência de um planejamento financeiro, ou a sua elaboração de modo irreal, sem considerar inúmeras variáveis. O descontrole sobre as finanças do seu negócio é verificado quando, além de não se conseguir planejar, também não há plena ciência sobre a atual situação do caixa, quanto às entradas e saídas.

Para não ter uma porção de dívidas se acumulando e também para evitar a descontinuidade do negócio em razão da falência, o planejamento para os meses seguintes é indispensável. O período compreendido no planejamento deve ser pensado de acordo com as particularidades da sua empresa. Além disso, é preciso contar com monitoramento e revisão regular sobre as metas estipuladas no planejamento.

2. Estabeleça condições de pagamento

Quando fechar um negócio com um cliente, seja taxativo quanto aos prazos e condições de pagamento. Para reforçar essa estipulação, faça sempre contratos escritos, para que a outra parte não possa alegar condições diferentes daquelas contratualmente convencionadas.

O contrato pode, além de ajudar a provar a obrigação firmada e os prazos que constam do instrumento, servir de título executivo extrajudicial, se tiver a assinatura de pelo menos duas testemunhas. Dessa forma, será possível ingressar com uma ação de execução da obrigação perante o poder judiciário, que fará com que você receba mais rapidamente do que se ingressasse com uma ação de cobrança por meio de um processo de conhecimento.

3. Seja detalhista

Algumas tarefas são difíceis, mas indispensáveis, a exemplo da separação dos tipos de despesas e o acompanhamento dos prazos de pagamentos. Ainda assim, são tarefas que devem ser feitas de forma minuciosa e rotineira, para que não surjam prejuízos futuros, como o pagamento de juros pela desatenção em relação aos prazos fixados.

Uma forma de facilitar esse tipo de expediente é manter a organização dos documentos da empresa. A gestão de contratos, por exemplo, pode prestar um importante auxílio ao controle do fluxo de pagamento, por demonstrar tempestivamente quais são as prestações a serem cumpridas ao longo dos contratos fechados pela empresa.

4. Evite clientes com histórico de inadimplência

A inadimplência costuma rondar pessoas físicas e jurídicas constantemente, e mesmo aqueles cuja idoneidade seja inquestionável está sujeito a figurar no rol de devedores em algum momento. A crise dos últimos anos, bem como seu agravamento pela pandemia de coronavírus, são situações que demonstram bem como a lista de inadimplentes pode ser ampliada.

Com isso, é preciso separar o joio do trigo, o que passa por saber distinguir qual tipo de devedor você não deve ter como um eventual cliente. Conforme mencionado, pessoas e empresas podem passar por dificuldades financeiras, e isso pode simplesmente ser algo transitório.

Já em relação aos devedores contumazes, é necessário maior austeridade antes da realização de um negócio. Você pode e deve consultar os serviços de proteção ao crédito, bem como processos em tribunais, para decidir se concederá ou não algum crédito a um potencial cliente. Quando essa consulta revelar um notável risco, seja firme e não feche o negócio, sob pena de comprometer o seu fluxo de pagamento.

5. Ofereça variadas formas de pagamento

Dinheiro e cartão de crédito são as formas de pagamento mais conhecidas modernamente, mas há outras em ascensão, a exemplo dos aplicativos com essa finalidade. As moedas virtuais também devem estar no radar de quem administra uma empresa, pois também são uma tendência.

Em relação aos seus pagamentos, isso é, aqueles que você fará aos seus credores, evite o uso do cheque. Essa modalidade de pagamento, que tem sido cada vez menos usada, não é recomendável por não se saber exatamente quando o portador o descontará no banco, e isso pode acontecer em um momento ruim para o caixa da sua empresa.

6. Negocie sempre que possível

A negociação com seus devedores e credores deve ser um recurso comum na sua empresa. Oferecer e buscar melhores condições para o recebimento ou pagamento economiza tempo e recursos, como caso seja necessária uma ação judicial para cobrar um cliente. O mesmo vale quando você é o devedor, solucionar o caso por meio da negociação é benéfico para ambas as partes.

7. Contrate um seguro para a sua empresa

A principal função de uma apólice é servir como um mecanismo para blindar o seu patrimônio, o que vale para os bens da pessoa física e para afastar diversos riscos da atuação de uma empresa. A contratação é bastante ampla no meio corporativo, como para garantir o cumprimento de um contrato.

Para empresas que almejam expandir a atuação por meio de contratos com a Administração Pública, a exigência de garantia para participar do procedimento licitatório também pode ser suprida por meio de uma apólice com essa finalidade. É uma contratação menos onerosa e burocrática do que a convencional fiança bancária.

A responsabilidade civil das empresas também pode ser objeto de uma apólice. A aplicação é bem mais comum do que se possa imaginar, e ela pode reduzir os efeitos financeiros gerados por danos a clientes e terceiros. Um exemplo é quando um advogado perde um prazo processual e gera prejuízos ao seu cliente.

Organização e estratégia são passos importantes para quem busca o pleno controle sobre o fluxo de pagamento, como demonstrado em nossas dicas. Se você deseja receber novos conteúdos úteis para a sua empresa em primeira mão, aproveite e assine a nossa newsletter!

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